domingo, 1 de setembro de 2013

Mummy dilemmas

Tenho uma filha com quase 16 meses, que é a nossa maior alegria.
Os meus sogros tiveram três rapazes e um neto e basicamente aparecer uma menina no seio da família, não querendo entrar em cliché, tornou-se o "Ai, Jesus".
Os três primeiros meses foram um terror nocturno, um pouco por culpa minha, por ter dado ouvidos ás enfermeiras da maternidade que me juraram a pés juntos que dar chupeta a um recém nascido iria afectar a amamentação.
A partir dos três meses, quando a minha filha decidiu pegar na chupeta, ela adormecia sozinha na sua caminha ou ao colo do pai até acalmar e dormia na caminha dela basicamente das dez da noite até as sete da manhã.
Quando eu comecei a trabalhar, dormir tornou-se algo completamente diferente, pois cama dela nem pensar a minha filha só queria estar perto de mim portanto dormir, só comigo.
Ainda resisti á tentação de evitar o co-sleeping mas acabei por meter a pequena na nossa cama e até hoje assim ela tem dormido.
Quando o "João Pestana" dá o ar de sua graça, a minha mais que tudo olha-me com aqueles olhos de avelã gigantescos e solta um mamã em tom de "mimo-leva-me-contigo". Se tinha a certeza que esta noite ela iria para a sua cama, todas as certezas naquele momento caiem por terra, pois eu não resisto em ficar abraçada a ela a dar "cafuné" nos seus cabelos encaracolados á espera que ela adormeca agarrada a mim enquanto me belisca o pescoço carinhosamente.
Ela dorme bem, na paz dos anjos apesar de se transformar no Homem de Vitruvio em três tempos na nossa "King Size Bed" que rapidamente se transforma numa "Sleep in the edge bed" e tem a habilidade de ser um "wrestler" que se vira tentando trepar por mim acima durante o sono.
Todos me dizem que estou a criar péssimos hábitos, que ela vai ser super dependente, que mais tarde vou-me arrepender mas depois de tudo o que passei com a minha filha, acho que vai ser apenas mais uma fase.
Tudo bem, é uma fase que já dura desde os 6 meses, mas tento pensar de uma forma positiva e que mais cedo ou mais tarde, quando a passar para o seu quarto vai tudo correr bem.
Alguma dica?

Autárquicas 2013



Anda aí tudo em campanha eleitoral para decidir os próximos Presidentes de Câmara, de Junta, etc.
Descobri este vídeo, não sei onde fica Baúlhe, desconheço as necessidades do concelho, mas gostei do "legaliza aí qualquer coisa".
Prestem atenção ao acordo ortográfico presente nas legendas.

Autárkikas POWA! Ya Man...

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O meu novo vício

http://www.watxandcolors.com/pt

Versáteis, baratinhos e com mil e uma combinações!

Posts a conduzir com as vestimentas das férias.

CURTOS!!!

Já preparo Setembro e os próximos meses.

Hoje vi um Carrossel tão lindo tão lindo que pedia a uma Fada para o meter à porta da sua loja Vianense.

Eu e os carrosséis...

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Vira o blogue e toca o mesmo

Continuas igual à matéria em que te esvaiste numa praia alentejana.
Desculpa, não consegui evitar, está-me na massa do sangue. 
No harm feelings, apenas um das caldas! :-)

Bjufas

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Podia voltar mas não seria a mesma coisa

Há uns tempos atrás tive de fazer umas consultas de Osteopatia, para ver se sofria menos da coluna do que eu normalmente sofro. Estas dores, eram fruto de um corpo que passou por uma gravidez iniciada aos 57 kg e que após 5 meses de parto até ao presente se mantém nos 51kg. 
Podia dizer que fiz uma dieta milagrosa, que contratei um "personal trainer" que na vida passada foi um Rambo ou coisa que o valha ou que até fui á Clínica do Tempo falar com o "Dr. Spock" português num consultório de frente para o mar, mas estaria a mentir com todos os dentes que tenho na boca.
Regressei ao trabalho e pura e simplesmente os quilinhos foram à vida, voltei a vestir o meu 34/36 de calças e a usar as minhas roupas, aliás até tive de as dar, por me estarem largas.
Com tudo isto, a coluna começou a dar sinais que a perda de peso, não lhe fez assim tão bem. As enxaquecas voltaram, o inchaço nos ombros e os músculos do trapézio mais enrijecidos que um bacalhau seco.
O meu irmão aconselhou-me o Dr. Rui, ali tão perto do trabalho, que olhou para mim com ar de desdém, que levou um baile na presunção profissional e logo na primeira consulta ouvi mais "A palavra relaxar não existe no seu dicionário" ou " Quem diria uma magricela com tantos problemas nas costas?!" que na minha vida toda.
Na segunda e terceira consulta o Dr. Rui de uma forma muito mansa mas ao mesmo tempo directa fez-me entender que os problemas eram psicológicos (algo que eu suspeitava) e que devia fazer algo que gostasse. Pelo menos, nem que fosse ter uma hora por dia/semana a fazer o que eu mais gostava de modo a descomprimir e deixou-me assim com esta dúvida no ar.
Todas as consultas foram importantes, apesar de ter deixado o tratamento pois além de caro no dia a seguir eu não me conseguia mexer e tinha de sobreviver a emplastros e Nolotil. Nem vou comentar das nódoas negras espalhadas pelo corpo.
Acredito piamente se alguém visse o meu corpinho por certo tinha uma queixa contra o meu marido na P.S.P. mais próxima e a UMAR a oferecer um dos seus "bunkers" de braços abertos.
Fui para casa e partilhei com a família, para reprovação dos sogros e aplauso da mãe. Os meus sogros diziam que eu agora era mãe, além de esposa e responsável pela minha família e que isso era a minha prioridade por outro lado a minha mãe á sua maneira despachava apoiava-me e dizia que eu antes de ser esposa e mãe era mulher e que tinha de ter o meu espaço, o meu refúgio, o meu "me time" nem que fosse para dizer umas caralhadas á moda do Norte.
O meu marido dizia que eu tinha de ter a minha independência e o meu tempo, as minhas compras (comedidas), os meus chás com as minhas amigas e depender de mim mesma e mais ninguém para fazer o que me apetecia.
Pensei no que gostava de fazer e em todas aquelas coisas que eu fazia quando tinha 15 anos e lembrei-me do meu diário.
O meu parvo diário escrito até aos 17 anos, queimado após uma leitura no ano de 2003.
O mais parecido que tinha com o meu diário era o blogue e antes do "Anomalias Femininas" eu tive outro blogue, que até tinha os seus visitantes, que tinha uma agora "blogostar" como "guru",  que foi um programa de rádio na Rádio Comercial e no qual eu escrevi tantos e bons momentos.
Pensei duas vezes se  o reabria, até podia fazer, mas aquela blogger já não era eu. A minha vida era tão diferente do que hoje é. Não por ser mãe, por trabalhar num sítio completamente diferente do antigo , por ter amigos diferentes dos que tive naquela altura mas pura e simplesmente porque não conseguiria continuar a escrever no mesmo registo. Estaria a mentir a mim própria.
Eu abri o Anomalias Femininas, para poder escrever o que me vai na mente e para poder dizer o que nem ás paredes posso confessar. 



domingo, 18 de agosto de 2013

Silly Season

Não compreendo o burburinho á volta do Lorenzo de Carvalho.
Se o tuga ganhasse o que ele tem nas contas bancárias por certo gastava mais e de uma forma completamente absurda e descontrolada.
Achei-o um rapaz extremamente educado e se está a morar em Portugal e a investir neste país só lhe desejo as maiores felicidades e que traga mais amigos como ele para lhe seguirem o exemplo.
Quer comprar o Autodrómo do Estoril? Que o faça e traga mais turistas e reavive o espírito da F1 no nosso concelho.
Tem uma garagem cheia de Bentleys, Ferraris e outros carros de alta cilindridada. E depois?  Quem de nós se tivesse dinheiro também não teria? Qual a mulher que tendo a conta recheada não iria comprar uma Birkin ou uma Kelly Bag?
Usa Louis Vuiton e bebe Crystal? Que goze a juventude e a boa vida que o dinheiro lhe dá.
Quanto á D. Judite Sousa já nada me espanta no mundo da TVI desde que vi a Manuela Moura Guedes a chamar "bufo" ao Marinho Pinto, mesmo assim acho que a senhora não merece ser crucificada desta forma.