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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Franceses

Os franceses são um povo estranho, não sei se pelos complexos napoleónicos ou pela história do país em si, mas estas personagens nunca estão felizes.
Eu estava contente no departamento onde estava, adorava trabalhar com os meus "beefs", adorava fazer avaliações de chamadas inglesas e ouvir o famoso "obrrigado" com sotaque inglês ou ouvir o bem que eles dizem do nosso Portugal à beira-mar.
A chefe necessitava de alguma organização no departamento Francês e lá vim eu recambiada da carne para o pão e já amaldiçoei as vezes que coloquei no Curriculum Vitae os conhecimentos de língua francesa.
No meio deste prego profissional ando a aguentar-me mas interiormente penso cá com os meus botões,puta que pariu as "baguettes", que eu gosto mesmo é do "beef"!
Os franceses nunca estão satisfeitos, nem que os agentes de suporte técnico lhes oferecessem "Carambar" às palettes, fizessem o pino enquanto falam com eles ao telefone e nem a lua seria o limite!
Já nem comento a aversão a todo o ser humano que não é nativo, Portugueses então nem vê-lo e ao contrário dos clientes ingleses, para eles Portugal é tal qual África, um país em desenvolvimento, como ouvi durante a semana passada.
Dá que pensar este snobismo nojento, vindo de um país que maior parte da população já nem é nativa e um aglomerado de marroquinos, argelinos, egípcios e sabe-se lá mais o quê.
Deliro com Macarons, Fraisiers, Tarte St Tropezienne, Bourguignon e da Sophie La Giraffe, boneco que me acompanhou na infância e que foi completamente destruída pelos meus dentes de tanto a morder, mas depois deste mês num departamento frio como o Polo Norte, começo a sentir saudades de tudo o que é de terras de Sua Majestade!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O abraço final

O G. era um turco que trabalhava numa das linhas de suporte técnico aqui no escritório.
O G. não me conhecia, porque entrou um mês antes da minha licença de maternidade e diziam as más línguas que eu era arrogante, que destratava os colaboradores e com um sem número de adjectivos a condizer que iam desde animal caprino a equipararem-me àquele senhor que promoveu o holocausto.
Ontem, foi o último dia do G. que regressou à Turquia decepcionado com Portugal.
Como a minha antiga equipa foi dividida pelos meus dois colegas e mudaram-me de zona no escritório o G. veio ao meu departamento despedir-se com um abraço para espanto de toda a minha equipa actual.
Desejou-me tudo de bom e em confissão revelou que teve muito medo de trabalhar comigo, mas que de facto as más línguas não tinham razão.
Fiquei comovida e ainda fico comovida com a atitude do G.
Só lhe posso desejar boa sorte na Turquia e esperar pelas Delícias Turcas na caixa do correio.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Fake boobs

Uma das minhas colaboradoras decidiu colocar implantes de silicone.

Senti-me esmagada ao receber um abraço.

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Aquela m%}{da doeu pa' ca%%###+#!!!!